Idiomática que de tão utilizada e repetida, desgastou-se e perdeu o sentido ou se tornou algo que gera uma reação ruim em vez de dar o efeito esperado.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Filtrando As Emoções ( Parte I )
Eu não sinto mais falta, a dor foi se distânciando de mim, o amor foi sendo sugado pelo filtro do tempo, e ultimamente ele é uma das últimas coisas que me vêem em mente quando faço algo. É estranho, quer dizer, um pouco estranho não sentir mais o que sentia, porque, eu estava tão acostumada à aquela dor, e ao sofrimento, que não sei se estou feliz ou triste. Bem, feliz com certeza devo estar, tenho tudo o que queria! Mas triste? Tenho ainda alguns motivos. E mais estranhamente possível, me senti mais forte e com mais fé em mente, ao saber que, mesmo namorando, mesmo " apaixonado " por um outro alguém, este outro alguém não passa de mais uma iludida na fila dele, sabe, eu não vou xingá-la de gorda, vadia, vaca e entre outras palavras inapropriadas, só vou desejar-lhe um " boa sorte aí! ", porque, ela vai precisar. Imponente como eu ainda penso nele! Quer dizer, em horas vagas, vaguíssimas até, o rosto dele aparece lá na minha mente, ou em qualquer lugar eu eu olhe. Músicas tristes também não me ajudam muito, as lembranças voltam para me atormentar á noite e não sei mais o que quero, e daí o dia floresce e ocorre tudo de novo. Eu só queria mesmo, é esquecer isso de uma vez e poder vê-lo como amigo, mas sinceramente, não sei se quero. O mundo anda conspirando ao meu favor, e isso não parece ser muito bom, quero dizer, eu preciso de todo um apoio emocional para poder esquecer esse quase-amor de uma vez por todas. Quero mostrar que 2012 é uma superação das minhas ingenuidades e ilusões ocorridas em 2011. Mas, mesmo querendo esquecê-lo, e tudo o que o texto acima cita firmemente, eu não vou esquecer que, eu sei e sempre lembrarei do meu primeiro amor e como o amei, de verdade.
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